A princípio ela cobre todo o universo (infinitamente), o que acontece é que conforme a densidade aumenta, maior é o poder de atração em uma dada região, e maior é a velocidade de escape dos objetos que orbitam. Maior a distância, menor a força, até que se torne totalmente negligenciável.
Essa é uma área bem complexa, na verdade existe um ponto entre dois corpos que determina se eles se tornarão um só (ex: um planeta), ou a lua, ou se irá se afastar lentamente.
Depois de certa distância é claro, essa força pode ser totalmente ignorada, quando a força gravitacional não tem qualquer influência sobre outro ponto do espaço.
Quando enviamos foguetes ou satélites para o espaço, leva-se em consideração que colocamos energia nele o suficiente para que sua velocidade o impeça de cair novamente na Terra, e essa velocidade é o que mantém os corpos em órbita. A estação espacial orbita a 27 700 km/h, estando a 408 km de distância. Corpos em órbita estão constantemente caindo, mas com uma velocidade suficiente para que não se tornem parte do corpo em que orbitam. Não fosse a importância da velocidade, não seria necessário utilizar tanta energia nos foguetes.
